Este ano, comemora-se os 500 anos da doação dos Forais de Castro Verde e Casével por D. Manuel I.
A Câmara Municipal de Castro Verde em parceria, com as autarquias, estabelecimentos de ensino, associações culturais e desportivas do concelho encontra-se a preparar, um conjunto de actividades que, tem, como objectivo dar a conhecer a história do concelho.
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“Crónica do Regicida Invisível Alfredo Luís da Costa”, de Paulo Barriga
Por ocasião do centenário do regicídio do Rei D. Carlos, a Câmara Municipal de Castro Verde editou esta narrativa histórica que descreve a vida do regicida Alfredo Luís da Costa, nascido no Concelho de Castro Verde, freguesia de Casével.
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Para ouvir…”Aconteceu há 100 anos”
A Rádio Pax associa-se às comemorações do centenário da República, emitindo diariamente uma nova rubrica da responsabilidade científica de Constantino Piçarra, Mestre em história do século XX pela Universidade Nova de Lisboa, que vai abordar a 1ª República com especial enfoque para os acontecimentos políticos, económicos, culturais e sociais no Distrito de Beja.
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Ilda Pulga, natural de Arraiolos, foi a musa inspiradora do busto da República, da autoria do escultor João da Silva.
O busto da República foi aprovado oficialmente em 1911, não tendo sofrido modificações até hoje.
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Antes do nosso hino nacional, conhecido como “A Portuguesa” existiram outros hinos.
O da monarquia era conhecido como o “Hino da Carta”, ou seja: da Carta Constitucional (1926). Mas também existiu o “Hino Patriótico”.
O hino que conhecemos hoje foi oficializado em 1911, depois da Implantação da República (em 5 de Outubro de 1910). A música foi escrita por Alfredo Keil e a letra por Henrique Lopes de Mendonça, ainda antes da revolução
O Hino canta-se em cerimónias nacionais civis e militares onde se faz uma homenagem à nossa Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República; também quando se trata de saudar oficialmente, em território nacional, um chefe de Estado estrangeiro, depois de ouvido o hino do seu país.
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“Castro Verde 2010 – Evocar a Memória”
No dia 19 de Março, a Câmara Municipal de Castro Verde, procedeu à apresentação pública do Programa Comemorativo do Centenário da República e do Programa Comemorativo dos 500 anos da atribuição dos Forais de Castro Verde e Casével.
Esta Apresentação ocorreu no Fórum Municipal e contou também com uma Palestra “Castro Verde Quinhentista”, pelo Professor Alves da Costa
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Foi na Praia dos Pescadores, na Ericeira, que a família real fugiu para o exílio embarcando na Barca Bomfim que os transportou ao iate D. Amélia que os aguardava.

Eis aqui, alguns pormenores do que se passou naquele dia na Ericeira, relatados por Júlio Ivo, presidente da Câmara Municipal de Mafra no tempo de Sidónio Pais:
“(…) os automóveis pararam e apeou-se a família real, seguindo da rua do Norte para a rua de Baixo, pela estreita travessa que liga as duas ruas, em frente quase da travessa da Estrela (…) Ao entrar na rua de Baixo, a Família Real ia na seguinte ordem: na frente El-Rei D. Manuel; a seguir, D. Maria Pia, depois, D. Amélia (…) El-Rei e quem os acompanhava subiram para a barca, valendo-se de caixotes e cestos de peixe (…) O sinaleiro fez sinal com o chapéu, e a primeira barca, Bomfim, levando a bandeira azul e branca na popa, entrou na água e seguiu a remos, conduzindo El-Rei (…) A afluência nas ribas era imensa. Tudo silencioso, mas de muitos olhos corriam lágrimas (…) El-Rei ia muito pálido, D. Amélia com ânimo, D. Maria Pia, acabrunhada (…) Ainda as barcas não tinham atracado ao iate, apareceu na vila, vindo do lado de Sintra, um automóvel com revolucionários civis, armados de carabinas e munidos de bombas, que disseram ser para atirar para a praia se tivessem chegado a tempo do embarque (…)”
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Carolina Beatriz Ângelo
Foi a primeira mulher a votar.
Nesta altura, só era permitido votar às pessoas com mais de 21 anos e que soubessem ler e escrever. Invocando a sua qualidade de chefe de família, uma vez que era mãe viúva, Carolina conseguiu com que o tribunal reconhecesse o seu direito ao voto.

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